Gabriel Campos, Advogado

Gabriel Campos

Alfenas (MG)
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Gabriel Campos, Advogado
Gabriel Campos
Comentário · há 7 anos
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Gabriel Campos, Advogado
Gabriel Campos
Comentário · há 8 anos
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August S.l.olejnik, Advogado
August S.l.olejnik
Comentário · há 8 anos
Com o perdão da palavra, aos contra e aqueles em favor desta "aberração" de projeto, aos nobres colegas, vejo aqui uma discussão inútil e descabida. Primeiro, porquê em vez de discutirmos tratamentos e formalidades, que advém desde os remotos tempos e vêm no contexto de respeito as instituições, não discutimos o que nosso país realmente necessita? Em vez de vulgarizarmos a língua portuguesa, nossa língua pátria, que já a muito tempo mutilada, onde se levanta altares a vulgaridades, inclusive que muitos chamam de músicas, sim, me refiro ao "funk", por exemplo, que trabalha a imoralidade, a vulgaridade, aclama o crime e os delinquentes, exaltando como se fosse normalidade e longe de qualquer reprovação. Ora SENHORES e SENHORAS, estamos aqui perdendo tempo, se havemos ou não necessidade de acatar ou aceitar um projeto, que nada nos proporcionará? Não seria mais válido, ordeiro, construtivo, iniciarmos com todo esse empenho leis que melhorem a vida do cidadão? Daquela pessoa de bem que labuta todos os dia em troco de um salário de fome? Em vez de perdemos tempo, busquemos a iniciativa popular em apresentar projetos de lei, cobremos quem tem a obrigação constitucional pelo cargo que exerce que trabalhe realmente pelo povo. Enquanto nos perdemos em migalhas, assuntos sem sentido, nossa nação permanece na escuridão, de uma "acultura" pobre, deficiente de uma educação vil, que somente atinge os interesses daqueles que infelizmente são eleitos. O que adianta chamar uma autoridade de "você" se "você" não tem seus direitos tutelados ou respeitados, não tem um pão em sua mesa ou não tem um teto sobre sua cabeça? Busquemos o importante, para nós e nossos próximos e não serão condutas de tratamento que resolveram os mais de 500 anos de escravidão cultural e social de uma população a margem do mínimo necessário para a sobrevivência. E não perdemos tempo com essa mediocridade. Pensem nisso.
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